A Proposta Pedagógica que apresentamos objetiva promover o desenvolvimento das competências e habilidades do aprendente, visando sua formação integral, lançando situações desafiadoras que promovam um cidadão que pensa, vê, sente, observa o seu mundo, experimenta, critica, cria, recria, decide e atua.

Comprometidos em Educar com Excelência, fundamentamos nossa Prática Pedagógica na teoria sócio-construtivista interacionista. A Educação Para o Pensar, a Educação Tecnológica e a Arte foram inseridos como pilares de sustentação para nossa ação educativa.

Sócio-Construtivista Interacionista, uma teoria que embasa o ensinante para uma Prática Pedagógica inovadora e criativa, que leva o aprendente a construir o conhecimento, promovendo o desenvolvimento de sua autonomia moral e intelectual. Construção esta que se dá pela interação sócio-cultural com os hábitos, linguagens e tradições específicas do meio.

A Educação para o Pensar propicia o desenvolvimento intencional das habilidades cognitivas, que são as condições necessárias para o pensar bem, isto é, condições que auxiliam as pessoas a produzirem pensamentos que representem adequadamente a realidade, que possam explicá-la suficientemente, justificar tais explicações, oferecer novas informações quando devidamente articulados entre si e que possam ser orientadores mais seguros do agir humano.

A Educação Tecnológica estimula o raciocínio lógico estruturado e a interação e uso da tecnologia em benefício social, cultural e humano. Na educação Infantil, são objetivadas a interação e a adaptação ao uso da tecnologia. No Ensino Fundamental e Ensino Médio, são explorados a utilização e desenvolvimento de aplicações tecnológicas para a solução de situações-problema, envolvendo as diversas áreas de conhecimento.

A Arte, enquanto forma privilegiada dos meios de representação humana, é instrumento essencial, para o desenvolvimento da consciência, pois propicia ao homem contato consigo mesmo e com o universo. O conhecimento do meio é básico para a sobrevivência e representá-lo faz parte do próprio processo pelo qual o ser humano amplia e comunica o seu saber.

O homem cria novas técnicas e submete sua obra a planos que ele próprio escolhe e, é nesse modo de atuar, que resolve problemas novos e permite ajustamento flexível à realidade, o que chamamos de inteligência. Nesse sentido, Howard Gardner e uma equipe de pesquisadores da Universidade de Harvad entram no cenário dos estudos sobre a inteligência assumindo uma posição de que há evidências da existência de diversas competências intelectuais. A idéia central é a de que as manifestações da inteligência são múltiplas, compõem um amplo espectro de competências que inclui as dimensões lógico-matemáticas e a linguística, a musical, a espacial, a corporal-cinestésica, a interpessoal e a intrapessoal.